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Reencarnação

Maurício de Souza


Chico Bento em Presente de uma estrelinha

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Processo da Reencarnação

Tema: Processo da Reencarnação

Objetivo: Levar os jovens a conhecerem o processo da reencarnação.
Faixa etária: Mocidade
Material necessário: Missionários da Luz – André Luiz/Chico Xavier – Cap. 13 - Reencarnação


1º Momento:
Iniciar perguntando como eles acham que se dá o processo da reencarnação: trazemos ao novo corpo algo do antigo? Trazemos lembranças? Quando o Espírito se liga ao corpo da mãe?

2º Momento:

Distribuir cópias de parte do cap. 13, que mostra o processo de reencarnação de um Espírito - Segismundo, do livro “Missionários da Luz”, de André Luiz, para leitura em conjunto.

4º Momento:
Perguntar aos jovens o que perceberam do caso lido. Pontos a destacar:

  • Estado do Espírito antes da reencarnação;
  • Planejamento das reencarnações: apoio dos mentores e Espíritos amigos;
  • Alterações no perispírito: plasticidade; perda de fluidos.
  • Providência divina no esquecimento do passado.




Missionários da Luz – André Luiz/Chico Xavier – Cap. 13 - Reencarnação

- Por que motivo Segismundo sofre tanto? - indaguei de Alexandre, em tom discreto.
- Desde muito, e, particularmente, desde a semana passada, está em processo de ligação fluídica direta com os futuros pais. Herculano está encarregado de ajudá-lo nesse trabalho. À medida que se intensifica semelhante aproximação, ele vai perdendo os pontos de contacto com os veículos que consolidou em nossa esfera, através da assimilação dos elementos de nosso plano. Semelhante operação é necessária para que o organismo perispiritual possa retomar a plasticidade que lhe é característica e, no estágio em que ele se encontra, o serviço impõe-lhe sofrimentos.
A observação era muito nova para mim e continuei indagando:
- Mas o organismo perispirítico de Segismundo não é o mesmo que ele trouxe da Crosta, ao desencarnar pela última vez?
- Sim - concordou o orientador -, tem a mesma identidade essencial; todavia, com o curso do tempo, em vista de nova alimentação e novos hábitos em meio muito diverso, incorporou determinados elementos de nossos círculos de vida, dos quais é necessário se desfaça a fim de poder penetrar, com êxito, a corrente da vida carnal. (...)

E, acariciando-lhe a face, acrescentou:
- Você deve estar satisfeito: é chegado o momento decisivo. Todas as nossas expressões de reconhecimento a Deus são insignificantes, diante da nova oportunidade recebida.
E (Segismundo) olhando angustiosamente para o meu orientador, observou, inquieto:
- Tenho receio... Muito receio...

(…) Os Espíritos Construtores começaram o trabalho de magnetização do corpo perispirítico, no que eram amplamente secundados pelo esforço do abnegado orientador, que se mantinha dedicado e firme em todos os campos de serviço.
Sem que me possa fazer compreendido, de pronto, pelo leitor comum, devo dizer que «alguma coisa da forma de Segismundo estava sendo eliminada». Quase que imperceptivelmente, à medida que se intensificavam as operações magnéticas, tornava-se ele mais pálido. Seu olhar parecia penetrar outros domínios. Tornava-se vago, menos lúcido. (...)

Surpreendido, reconheci que, ao influxo magnético de Alexandre e dos Construtores Espirituais, a forma perispiritual de Segismundo tornava-se reduzida.
A operação não foi curta, nem simples. Identificava o esforço geral para que se efetuasse a redução necessária.
Segismundo parecia cada vez menos consciente. Não nos fixava com a mesma lucidez e suas respostas às nossas perguntas afetuosas não se revelavam completas.

Por fim, com grande assombro meu, verifiquei que a forma de nosso amigo assemelhava-se à de uma criança. (...)

E, depositando Segismundo nos braços da entidade que fora na Crosta Terrestre a carinhosa mãe de Raquel, acentuou: - Seja você, minha irmã, a portadora do sagrado depósito. (...)
Faremos agora o ato de ligação inicial, em sentido direto, de Segismundo com a matéria orgânica.
Foi então, ó divino mistério da Criação Infinita de Deus, que a vi (a mãe) apertar a «forma infantil» de Segismundo de encontro ao coração, mas tão fortemente, tão amorosamente, que me pareceu uma sacerdotisa do Poder da Divindade Suprema. Segismundo ligara-se a ela como a flor se une à haste. Então compreendi que, desde aquele momento, era alma de sua alma aquele que seria carne de sua carne.

(…) Em seguida Alexandre ajustou a forma reduzida de Segismundo, que se interpenetrava com o organismo perispirítico de Raquel, sobre aquele microscópico globo de luz, impregnado de vida, e observei que essa vida latente começou a movimentar-se. Havia decorrido precisamente um quarto de hora, a contar do instante em que o elemento ativo ganhara o núcleo do óvulo passivo.
Depois de prolongada aplicação magnética, que era secundada pelo esforço dos Espíritos Construtores, Alexandre aproximou-se de mim e falou:
- Está terminada a operação inicial de ligação. Que Deus nos proteja. (...)

O organismo maternal fornecerá todo o alimento para a organização básica do aparelho físico, enquanto a forma reduzida de Segismundo, como vigoroso modelo, atuará como imã entre limalhas de ferro, dando forma consistente à sua futura manifestação no cenário da Crosta.


Mocidade - Casa Espírita Missionários da Luz

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Reencarnação – Evolução e Progresso

Tema: Reencarnação – Evolução e Progresso
Objetivo: Levar os jovens a identificarem na reencarnação uma oportunidade de aprendizado e progresso espiritual;
Levar os jovens a identificarem a justiça divina e o cumprimento da lei de causa e efeito, na reencarnação.
Faixa etária: Mocidade
Material necessário: Cópias de parte do cap. 5, Um Frasco de Veneno, do livro “Nossos Filhos São Espíritos”, de Hermínio C. Miranda

1º Momento:
Dividir os jovens em três grupos.


2º Momento:
Perguntar aos jovens o que perceberam de lições, nesse caso real, relatado pelo próprio Espírito. 

Pontos a destacar:

  • Estado do Espírito após a desencarnação;
  • Arrependimento; Reparação; Resgate;
  • Planejamento das reencarnações: apoio dos mentores e Espíritos amigos;
  • Alternativas para vencermos nossos objetivos na reencarnação;
  • Providência divina no esquecimento do passado.


Nossos Filhos São Espíritos
Hermínio C. Miranda - 
Cap. 5 - UM FRASCO DE VENENO

O espírito que nos veio contar este caso era o de uma mulher. Na existência anterior, abortara sistematicamente todas as vezes que engravidara.
No tipo de atividade profissional que exercia, entendia que os filhos não passavam de estorvos a serem removidos com a possível presteza. Como iria ela cuidar deles? No sacrifício diário e noturno, cansando-se, envelhecendo, estragando as mãos e, principalmente, o corpo, que era seu mais precioso patrimônio? Nada disso.
Pareceu-lhe mais cômodo eliminar logo os bebês, assim que davam início à formação do corpinho a eles destinado, ou mais tarde, em alguns casos, já nascidos.
Foram oito ao todo! Ao retornar ao mundo espiritual, pois todos nós morremos inapelavelmente um dia, encontrou-os lá, à sua espera, e foi recebida com inesperada hostilidade por parte deles, todos revoltados com sua atitude criminosa, que lhes havia cancelado sumariamente as expectativas de vida que nutriam.

Muito tempo ficou ela à mercê de seus rancores e agressividades, pois o Cristo não disse que aquele que erra fica escravo do erro? E que de lá não sai enquanto não pagar o último centavo da dívida? É dívida mesmo, igual a qualquer outra no plano terreno. Só que esta, mesmo disposto a pagar, não o livra da cadeia; você a resgatará, com seu trabalho, suas canseiras, suas lágrimas, para que um dia volte a sorrir, após ter reconquistado a confiança daqueles perante os quais falhou.

Para encurtar a história: a moça foi socorrida, no mundo espiritual, compreendeu a extensão e gravidade de seus erros e decidiu aceitar (Que outro remédio teria?) as condições que lhe foram concedidas, pois nada é imposto, a não ser em casos extremos. As condições eram as seguintes: ela renasceria numa família pobre, na Argentina, primeira filha de um casal. O pai, desajustado, seria um alcoólatra de difícil recuperação (ela própria o havia desencaminhado, em existência anterior). Depois dela, nasceriam todos os oito espíritos que ela recusara pelos abortos praticados na vida anterior. Em seguida, a mãe dela e das demais crianças morreria, deixando com ela a responsabilidade de criar, com o suor de seu rosto e o trabalho de suas mãos, os oito irmãos que ela rejeitara como filhos. De contrapeso, ficava, ainda, o pai problema, antigo amante, igualmente rejeitado.

Seria bela e saudável, mas sua situação não lhe permitiria casar-se, embora tentada pelo assédio de mais de um pretendente. Se o fizesse, desorganizaria todo o plano assentado. Sua tarefa era mesmo a de criar as crianças que outrora recusara. O que teria sido bem mais fácil antes, pois naquele tempo dispusera de recursos materiais, teria de ser feito agora, literalmente, com sangue, suor e lágrimas, mesmo porque seus irmãos — à exceção de um deles — ainda viam nela a mãe assassina de outrora, não a irmã sacrificada de hoje, que tudo fazia para sobreviverem juntos e honestamente.

Para esse projeto, de dificílima execução, ela contaria com dois importantes auxílios: o da mãe, antiga companheira espiritual sua (já fora sua mãe em outra oportunidade) e que se propusera a vir ter, por ela, os filhos que ela recusara; e o irmão maior, o segundo da série, que, a despeito de ter sido também rejeitado por ela, não lhe guardara rancor, por ser um espírito mais equilibrado e evoluído.

A alguém que lhe explicou todo esse plano de recuperação, ela perguntou: 
— Mas por que não me deixam casar e ter normalmente os filhos, em vez de vê-los como irmãos-problema, tão trabalhosos e hostis, sem o apoio de um marido?
Isto não era possível, explicaram-lhe, primeiro porque ela precisava criar as crianças com seu trabalho pessoal, que lhes recusara anteriormente, e não com o trabalho do eventual marido.
Segundo, porque os espíritos dos filhos rejeitados ainda sentiam por ela muita mágoa e até rancores não superados; a gestação deles criaria dificuldades insuperáveis. A vista do antagonismo filho e mãe, muitos poderiam abortar repetidamente, frustrando os planos de reconciliação.
Estava, pois, colocada diante de uma situação inescapável. Poderia, claro, recusar tudo aquilo, pois ainda lhe restava o sagrado direito do livre arbítrio, mas isso representaria apenas um adiamento embrulhado num agravamento dos problemas, que permaneceriam sem solução. Até quando? Mais um século, ou quatro, ou um milênio? Além do mais, quando seria possível reunir novamente, num só ponto, todas as personagens da trágica história e encaminhá-las à recuperação?

Não havia, pois, alternativa mais aceitável ou mais suave. Ela suspirou fundo e se conformou.
Diante dela desdobravam-se as imagens de um futuro que, praticamente, já existia, mas que ainda estava por viver. Ela podia vê-lo e senti-lo nas mãos, que o rude e exaustivo trabalho consumiriam, no belo corpo que as canseiras deformariam, nas suas frustrações, nas suas ânsias e renúncias, no desencanto de uma vida de prisioneira, atada ao peso de tantas responsabilidades, no desamor e ingratidão de irmãos hostis, sempre a cobrarem-lhe mais do que ela poderia dar-lhes, nas agonias e angústias da solidão no meio de tanta gente cheia de rancores, que lhe caberia converter em amor, entendimento, compreensão e perdão.


Mocidade - Casa Espírita Missionários da Luz

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Reencarnação

Tema: Reencarnação.

Objetivo: Entender a finalidade da reencarnação. Aplicar a reencarnação no processo de evolução do espírito. 
Faixa etária: 11 a 12 anos.


1º Momento: Caça-Palavras 
Os jovens serão divididos em três grupos. Cada grupo receberá um caça-palavras contendo 5 palavras “chaves” para o entendimento do assunto. As palavras são: 

Perfeição – Prova – Expiação – Justiça - Existência 

Depois que todos caçarem as palavras, conversaremos sobre o contexto dessas palavras com o tema Reencarnação. 


2º Momento: Jogo de Basquete 
Cada grupo terá a chance de arremessar uma bola dentro da cesta de basquete, para cada lance correto o grupo ganhará ponto, para cada lance errado o grupo irá sortear 1 pergunta sobre o assunto ou 1 tarefa a ser cumprida para ganhar o ponto. 

As perguntas são do Livro dos Espíritos (pergunta 166 a 171) 

3º Momento:  Atividade de Fixação – Leitura da página “Semeia sempre”. 
Refletir sobre a importância das nossas ações nesta encarnação.



SEMEIA SEMPRE...

No campo, tu és um semeador.
Não podes fugir a responsabilidade de semear.
Não digas que o solo é árido, que não chove freqüentemente,
Que o sol queima , ou que a semente não serve.

Não é a tua função julgar a terra e o tempo.
Tua missão é semear. A semente é abundante!
Um pensamento , um sorriso, um olhar carinhoso, uma palavra suave,
um gesto de compreensão, um copo de água são sementes que germinam facilmente.
Não semeies descuidadosamente como quem cumpre uma missão superficial ou forçada.

Semeia com interesse, com amor, com atenção,
Como quem encontrou nisso o motivo central de sua felicidade.
E ao semear, não penses: quanto receberei em troca?
Quanto demorará a colheita?

Recorda que não semeias para te envaidecer, para receberes agradecimentos.
Tu semeias porque não podes estar ocioso, porque não podes viver sem dar e sem doar-te.
És dono de ti mesmo, da vida e do Universo!
Tua semente, pois, não cairá no vazio.

Sem esperar recompensa, tu a receberás.
Sem esperar riquezas, tu enriquecerás.
Sem contar com a colheita, tudo se multiplicará.

E isso, porque tu semeias no Reino onde dar é receber,
Onde perder a vida é encontrá-la, onde gastar servindo é aumentar.
Semeia, semeia sempre, em todo terreno, em todo tempo, em
todo lugar a boa semente. Com amor e interesse: como se
estivesse semeando o próprio coração."

Autor Desconhecido

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Reencarnação
















Maurício de Souza
Magali em Reencarnação
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Reencarnação - Bombom

Tema: Reencarnação

Faixa etária: Mocidade

Material: Bombom, frases, caixinha e som

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A Reencarnação é o retorno do Espírito ao mundo corpóreo repetido vezes, através de corpos físicos diversos, constituídos segundo os méritos e necessidades que ele (o Espírito) apresenta.

A finalidade do corpo físico é proporcionar ao Espírito recursos materiais e morais de elevação, tendo em vista a sua qualificação para a Vida Superior, onde permanecerá depois que desenvolver em si as potencialidades da inteligência e do amor.

Existem tantas maneiras de reencarnar quantos são os espíritos reencarnantes, se considerarmos os diversos fatores que interferem no processo reencarnatório, tais como as características do novo corpo, os laços de afinidade com os futuros pais, os problemas familiares e sociais, etc. Uma vez que todos esses elementos deverão interferir, através de mínimas particularidades, nas experiências e aquisições do reencarnante, são objetos de cuidadoso planejamento prévio por parte de Espíritos Sábios; planejamento tão mais elaborado quanto mais evidente se faça os méritos e qualidades do candidato à reencarnação.

Para um Espírito em condições evolutivas medianas, o planejamento reencarnatório poderá apresentar as seguintes fases:

a)Intercessão (intervenção) de benfeitores espirituais

Esses companheiros procuram selecionar para o Espírito, com ou sem participação direta, os recursos adequados à aprendizagem futura, fixando detalhes do novo corpo e prevendo situações e oportunidades de aprimoramento.

b)Preparação psicológica dos pais

Essa providência visa estabelecer laços de simpatia dos pais para com o futuro filho, ou destacar determinadas atitudes que deverão desenvolver em relação a ele, e acentuar a importância do compromisso que assumem para com aquele Espírito.

c) Encontro do candidato à reencarnação com os futuros pais, no plano espiritual

Destina-se a estabelecer vínculos mais íntimos entre o Espírito e aqueles que serão os seus pais.

d)Visita ao futuro lar

O Espírito que se candidata à reencarnação é levado ao futuro lar para que entre em contacto com o meio no qual permanecerá, provavelmente, uma grande parcela da sua existência física. Algumas vezes, contribui também para despertar nele mais intensos desejos de realização, e novas esperanças quanto ao êxito nas experiências que enfrentará.


2º Momento:

Colocar as 5 frases em uma caixinha com 5 bombons. Tocar uma música, pedindo que os jovens passem de mão em mão a caixinha. Parar a música e pedir que o jovens que estiver com a caixa pegue uma frase/ pergunta e um bombom e comente.


· Quais os recursos materiais e morais que a reencarnação pode proporcionar ao Espírito, auxiliando-o no seu progresso?
· Por que é que a reencarnação deve ser planejada?
· Basta o planejamento da reencarnação para que o Espírito obtenha o sucesso? Por quê?
· Podemos prever que tarefa terá de enfrentar na presente encarnação?
· Comentar: “(…) toda a alma que reencarna no círculo da Crosta, até mesmo aquela que se encontre em condições aparentemente desesperadoras, tem recursos para melhorar sempre. (…)”

Adaptação: Grupo: Evengelizaçãoespirita1

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Reencarnação - Navio

Tema: Reencarnação
Faixa etária: 15 a 18 anos

Atividade de Integração
Expor que o grupo encontra-se em um navio, solicitando que todos ocupem seus devidos lugares, sentados em cadeiras, num círculo. A viagem inicia, eis que o evangelizador grita “Olá à direita”! - todos mudam de lugar no sentido da direita; depois “Olá á esquerda”! , para a esquerda; várias vezes, e mais raramente grita “Tempestade!” quando todos devem mudar de lugar atravessando o círculo. Continua a brincadeira por algum tempo.

1o. Momento:
Continuando a atividade anterior, esclarecer que houve um naufrágio e passageiros e tripulantes foram divididos em 4 balsas. À deriva no mar serão conduzidos a reflexões baseadas no anexo 1

2o. Momento:
Foram salvos, foram resgatados, contudo, em troca de abrigo, foi lhes solicitado uma missão:
Estudar os seguintes textos e refletir sobre seu conteúdo
Grupo 1 - Idéias Inatas. LE. (Livro dos Espíritos) – 218 e 219
Grupo 2 - Memória espontânea LE – 166, 167 e 168
Grupo 3 - Crianças anencéfalas LE – 132 e 133
Grupo 4 - As gêmeas siamesas – LE - 211, 212 e 213

3 o. Momento:
Apresentar as conclusões para os demais

4 º. Momento:
Encerrar esclarecendo que as respostas dadas serão indício tranqüilidade ou de que algo precisa ser mudado. 
1. Temos sabido aproveitar a oportunidade reencarnatória?
2. Temos “aproveitado a vida” com saúde do corpo e nobreza da alma?
3. Caso desencarnemos nesse episódio, nos sentimos prontos para o retorno ao mundo espiritual?
4. O que deixamos de fazer e que poderíamos ter feito?
5. Dissemos todos os “Eu te amo” que deveríamos?
6. Agradecemos e ou reconhecemos a dedicação de pais, amigos, professores?
7. Temos consciência e gratidão pelo alimento, pelo lar, pelo vestuário mesmo que modestos?

5 o. Momento:
Cantar a música “Reencarnação” do Grupo BEM.

Evangelizadora: Soraia Martins (adaptado)

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