Drogas. O exemplo Arrasta.
"História Natural da Doença", interação do agente (droga) com o hospedeiro vulnerável, num ambiente facilitador sócio-cultural, faz surgir o fenômeno bio-psico-socio-espiritual, rotulado como dependência química. Aqui, o vetor (portador assintomático) é apenas a ponta do iciberg da corrupção.
Tabaco e o álcool são drogas perigosas mas socialmente aceitas. Nas outras os vetores são representados pela figura dos traficantes. Acontece que os condenados por tráficos, na sua maioria, não apresentam antecedentes criminais e geralmente estavam desacompanhados no momento da prisão em flagrante. Outro dado importante é que mais de 50%, quando condenado, recebeu pena máxima.
Em cinco anos estamos formando doutores na pós-graduação. Da prisão saem além de estigmatizados, com um outro tipo de “doutoramento”, pois o curso é em horário integral com dedicação exclusiva. Esses vetores, os que são presos e condenados, fazem parte do ambiente social facilitador. Por outro lado, no ambiente sócio-familiar também vamos encontrá-los (pais, tios, avós). Aqui a droga já é socialmente aceita. Também são dignos de pena, pelos exemplos de bebedeiras e pelo número de fumantes passivos que fazem. A lei que os educará é outra.
Com a guerra anti-drogas perdemos tempo e prendemos os pequenos traficantes. Com as drogas socialmente aceitas estimulamos portadores assintomáticos no ambiente sócio-familiar. Nossa lei avançou, não descriminalizou a droga, mas despenalizou o usuário.
A Holanda possui maior tolerância com a maconha, mas também só despanalizou o usuário, Portugal foi mais longe depois de epidemia na década de 1990. No ano 2000 o parlamento descriminalizou o consumo, a aquisição e a posse de todas as drogas.
Será que a Europa já esta arrependida pela flexibilização?
Este tema é complexo e teremos que voltar ao assunto. Como todos temos na família portadores assintomáticos de drogas, socialmente aceitas, e o Estado não fiscaliza adequadamente produtos de primeira necessidade, deveremos descriminalizar a maconha?
Vamos recordar que o Estado não atende com dignidade sequer os doentes encontrados nos corredores dos hospitais. Não podemos esquecer que o tabaco e o álcool possuem consumo generalizado no convívio social e que o exemplo arrasta.
Antes de tornar a droga lícita deveríamos incentivar pesquisas a encontrar uma vacina “mental”.
Vai ser muito difícil vacinar a mente infantil ao mesmo tempo que portadores assintomáticos estão contaminando os familiares, com o seu exemplo.
Espero-os no próximo seminário sobre dependência química, mitos e verdades. Enquanto aguardamos vamos fazer um exercício.
Será que a maconha na lei e socialmente aceita retirará dos pais e professores a autoridade moral de ensinar que é prejudicial, como nos fala a revista de Neurociência, que a relacionou agora em 2011 com esquizofrenia?
Luiz Carlos Formiga (adaptado)
Drogas. O exemplo Arrasta.
Drogas, vícios.
Tema: Drogas
Objetivo: Trabalhar o Dia mundial de combate as drogas
Faixa etária: Mocidade
Material necessário: Jogo da Batalha Naval
Regras:
Dividir a turma em dois grupos
Distribuir o tabuleiro em branco da Batalha Naval.
Os grupos receberão 10 palavras que devem distribuir nos quadrados. Somente podem colocar na horizontal ou na vertical.
Projetar na parede os dois tabuleiros, em excell, da Batalha Naval.
Pedir que um representante de cada grupo jogue para ou ímpar e veja quem começa o jogo.
Ganha quem achar maior quantidade de palavras azuis.
Perde o jogo se completar uma palavra vermelha.
Palavras:
Mocidade
Jesus
Fé
Família
Vida
Drogas
Vício
Bebida
Cigarro
Dor
1º Momento
Pedir que o grupo distribua as palavras de forma aleatória, sempre na horizontal ou na vertical, não pode ser diagonal e também as palavras não podem ser sobrepostas (cruzadas).
Cada grupo deve falar uma letra correspondente as linhas e um número correspondente as colunas. O outro grupo deve olhar no gabarito e dizer se há alguma letra ou se foi "água".
Um de cada vez. O jogo termina quando um dos grupos acertar todas as palavras azuis ou completar uma palavra vermelha.
Projetar os tabuleiros na parede e a cada jogada de cada grupo, escrever o tabuleiro projetado para que todos vejam.
Comentários:
Espera-se que os jovens aos deduzirem que a palavra é negativa (vermelha) abandonem a palavra. Aí podemos questionar o porquê desistiram da palavra.
Comentar se não é assim em nossas vidas, estamos vendo o erro, a vida vai dando sinais de que estamos indo para o caminho errado, e o que devemos fazer continuar ou seguir outro caminho?
Ao final do Jogo comentar sobre as escolhas erradas que fazemos e como podemos observar os detalhes da cada situação.
Drogas, vícios.
Tema: Drogas
Objetivo: Trabalhar o tema com os Jovens
Faixa etária: 13 e 14 anos
Material necessário: Papel, lápis, placas de sinalização de transito, camisas e papel transfer (aquele para transferir desenhos para camisa de algodão)
1º Momento:
Conversar com os jovens sobre as drogas e quais os efeitos na saúde, na família, na educação, etc.
Comentar sobre drogas lícitas e ilícitas.
Comentar sobre o dia mundial de combate as drogas, dia 26/06.
2º Momento:
Apresentar as placas de transito.
Pedir que os jovens criem dizeres para a Campanha de combate as drogas.
Escolher com os jovens as 4 melhores Campanhas.
Cada jovem deve escolher, dentre as melhores, a Campanha que quer ter na sua camisa.
Na semana seguinte entregar as camisas com os logos da Campanha.
Drogas, vícios.
Tema: Dia mundial de combate as drogas
Faixa etária: Mocidade
Criar uma entrevista com um ex-drogado, de preferencia espírita.
1º Momento:
Na semana anterior propor aos jovens uma entrevista com um ex-drogado, os jovens devem criar as perguntas que serão feitas ao entrevistado.
Perguntas criadas pelos jovens:
- Qual o seu nome e qual tipo de droga você foi usuário?
- Quem te influenciou a usar drogas?
- Quais os motivos te levaram a usar drogas?
- Como sua família ficou sabendo do seu envolvimento com as drogas? Como foi a reação deles?
- Você chegou a roubar para sustentar o seu vício?
- Por quanto tempo você ficou dependente das drogas?
- Você teve algum incentivo familiar, amigos ou outros para sair das drogas?
- A doutrina espírita te influenciou na sua recuperação?
- Quem te apresentou a casa espírita e como foi a sua busca dentro da doutrina?
- Como ocorreu o processo de reabilitação das drogas?
- Você tentou suicídio alguma vez?
Drogas, vícios.
Tema: Drogas, vícios.
Faixa etária: Mocidade
1º Momento:
Pedir três voluntários que tenham tido algum envolvimento com drogas, um caso de parente ou amigos, lembrando que álcool e cigarro também são droga.
Filmar os depoimentos, cerca de 1 minuto para cada um. (Gravar uma semana antes da aula)
Ex: Uma menina falou da avó que é alcoólatra, o menino falou de uma colega da escola que está envolvido com craque..
2º Momento:
Passar os depoimentos dos jovens misturados com outros que achamos no You Tube da novela Viver a Vida. (Escolher dois ou três mais apropriados ao público)
Link You tube:
4º Momento:
Finalizar com o Vídeo: You tube.






